Namorando um policial

The Nigga Tales of Djalma #4 [D Endí]

2014.04.02 22:59 DjalmathePedreiro The Nigga Tales of Djalma #4 [D Endí]

Se existe algo que eu aprendi naquela noite foi que lidar com uma Ninfomaníaca é como bater a punheta mais importante da sua vida: Se começou, vá até o final ou as consequências serão terríveis. Por um momento, enquanto Eminha passava a mão por cada pequena parte do meu corpo por dentro da roupa e eu praticava a arte ninja eficiente e épica do “fingering”, a ereção constante acabou me deixando com uma vontade monstruosa de mijar. Era como se meu cérebro tivesse ficado tão entretido com a putaria, que resolveu parar um pouco pra guiar as outras funções do meu corpo e voltar pros atos libidinosos quando tudo voltasse ao normal (Quase como aquela masturbação interrompida pela chegada da avó). Me viro para eminha e digo que preciso me ausentar por um momento para ir ao banheiro e que já voltaria. A vontade era tanta que nem esperei a decisão da gata, e na minha mente só passava como eu ía conseguir andar pelo lugar controlando uma ereção, uma vontade de mijar e toda minha roupa amassada e bagunçada por culpa da gótica pancada. Já construía naquele momento o perfil do homem que me estuprou, caso algum policial viesse perguntar o que estava acontecendo. Mas tudo isso foi interrompido antes que eu pudesse descer as escadas. No meu segundo passo pra longe do banco, a doida me dá um golpe de jiu-jitsu da salamandra mística do morro do Dendê e me puxa pela gola da camiseta de volta pro banco. Ali meu sensor de que “Vai dar merda” já começava a apitar! Eminha tinha chamas nos olhos, e com a voz de Pazuzu anunciou: “Hoje você é meu”. Do nada, os tapas que antes eram bons agora começam a deixar uma marca incrível no rosto de Djalma, que já no terceiro pensava em ligar pro SAMU pra me curar do desmaio. Meu pau começa a envergar pro lado, como quem ficasse na dúvida “continuo acordado e curto as porradas ou fico preocupado onde isso vai dar e durmo pra não ver o massacre”. Mas antes que ele pudesse decidir seu caminho, Eminha lança suas mãos como um gancho no mastro do Negrozilla e crava seus dedos de unhas vermelhas, já acusando que não sairia vivo dali. Numa tentativa desesperada de salvação, eu começo a fingir estar gostando e que preciso realmente parar um pouco pra recuperar as ener.........sou silenciado por um enforcamento seguido de um beijo com gosto de Colgate e Desespero. Djalma que até então era da mesma cor da cabeça aos pés, começava a ficar com a cabeça mais preta que o resto do corpo e sem conseguir respirar. Meu cabelo tava bem curto, então imagino como eu devo ter ficado parecendo uma piroca gigante naquela hora. Quando o teto do Shopping começou a girar, que o ar não chegava mais e eu já via no final do túnel uma luz com o dono de um KFC dourado me chamando para entrar, um golpe de consciência atinge Eminha e ela decide parar com sua tortura (#SddsKFC). Recobro meus sentidos, volto a respirar normalmente e minha bexiga, aterrorizada com o acontecido, esvaziou sozinha só pra me privar do constrangimento de sair na capa do jornal “Homem morto em tortura sexual foi encontrado mijado no banco de um shopping. Ninguém da família foi encontrado para dar declarações, já que o repórter tem medo de subir favela.” Enquanto tudo se normalizava, a ninfomaníaca só descansaria quando visse meu fim e sua arma principal não se comparava ao que havia acontecido antes. Sinto um dedo..........gelado.........repleto de ódio descendo pela divisão da minha bunda........Terror........Pânico..............Lágrimas nos olhos.......reaja Djalma, reaja. “Senhores, vocês não podem ficar nesse local, vou ter que pedir que se retirem”. PUUUUUTAKEOPARIU, um guarda do shopping me salvou de um trauma que nenhuma terapia conseguiria resolver. Devido ao terror, meu corpo não tinha forças para se mover, mas se eu conseguisse falar, apenas diria “Senhor, não lhe conheço, e na verdade não me interessa, mas hoje o senhor foi um herói”. Eminha me levou até a saída do shopping, ela apenas ria e eu, durante todo o percurso, ainda tentava descobrir duas coisas: como eu consegui escapar do que havia acontecido com vida e o pior, cadê a porra da live do Molusco e com o Zangado? Mas tudo perdeu a importância quando aquele ônibus chegou. Eminha ía sumindo pela janela, as pernas voltavam ao seu movimento normal, a mão tremendo retomava seus movimentos usuais e eu enfim voltava pra casa. Não sei dizer como acabei voltando pra Eminha e namorando realmente depois de tudo isso, mas uma coisa posso responder..............Meu Cu, Minhas Regras. KKKKKKKKKKKKKKK!!
-FIM
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